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Reengenharia duplica a produção

"As máquinas da Metso não são caras, elas são premium. É melhor investir um pouco mais hoje do que se arrepender amanhã com produtos mais baratos e resultados indesejados", diz Vicente T. Pulvinar, Gerente de Operações da Hardrock Aggregates.

As Filipinas são um dos países que mais crescem na Ásia. Isso é visível na taxa em que o desenvolvimento em infraestrutura da nação está crescendo. E o crescimento requer recursos. Segundo relatos, há uma demanda anual estimada de 30 milhões de toneladas métricas de cimento e 50 milhões de toneladas de concreto apenas na capital, Manila.

A Hardrock é uma das muitas empresas que atendem a esta crescente demanda, produzindo agregados de qualidade. A empresa tem uma participação de 10% na indústria de agregados das Filipinas. Fundada há 20 anos por Alonzo Espanola, a empresa é especializada na fabricação de agregados em sua pedreira na montanha.

A Hardrock produz aproximadamente 3 milhões de toneladas de agregados por ano e está vendendo cerca de 10.000 a 15.000 toneladas por dia. Um dos principais produtos fornecidos pela empresa é a areia S1, que varia entre 0 mm e 6 mm, e é utilizada em plantas de concreto e projetos de construção. Com a demanda por agregados de qualidade aumentando dia a dia, a Hardrock está considerando iniciar a produção de areia S3, variando entre 1 mm e 5 mm, também conhecida como areia manufaturada. O fato de que poucas empresas nas Filipinas produzem areia manufaturada aumenta sua demanda.

O projeto da planta desintegrada resultou em baixa produção e custos elevados

Desde 1998, quando a Hardrock começou a fabricar agregados, as deficiências no projeto da planta levaram a um produto final de má qualidade, baixa produção e custos elevados. Para atualizar a planta e converter uma unidade de produção não rentável em uma unidade lucrativa, a Hardrock contratou Vicente T. Pulvinar.

Sr. Vicente T. Pulvinar, Gerente de Operações da Hardrock Aggregates

"Ingressei na Hardrock em 2007 e notei várias discrepâncias no projeto da planta. O uso de um britador de mandíbulas 42x56 no estágio primário com um britador Symons no estágio secundário era um claro desajuste, exigindo uma reengenharia completa da planta", diz Pulvinar.

"Simultaneamente comecei a criar o novo layout com equipamentos Metso, sem deixar a produção parar no projeto antigo", acrescenta.

O processo antigo, mal estruturado, levou a Hardrock a voltar todos os seus esforços para o novo projeto e equipamentos. Uma por uma, todas as máquinas foram substituídas para atingir a produção desejada. Atualmente, a Hardrock tem dois britadores de mandíbulas Nordberg® C140™ da Metso na fase primária, dois Nordberg® HP400™ e quatro britadores cônicos HP300 na fase secundária com quatro peneiras vibratórias para produzir 500 toneladas de agregados por hora.

Aumento da produção com o uso de equipamentos Metso

A instalação do novo projeto fez uma enorme diferença na quantidade e qualidade da produção, bem como nos custos de operação e manutenção da planta. A produção anual saltou de 1 milhão para 3 milhões de toneladas.

"Desde que atualizamos nossas máquinas para os equipamentos Metso, nossa produção aumentou e os custos caíram. Houve uma redução substancial nos custos operacionais. No longo prazo, podemos competir com os grandes nomes da indústria. Esse é o tipo de confiança que desfrutamos com as soluções da Metso", diz Pulvinar.

"Desde que instalamos o C140 no estágio primário e os HPs no secundário, enfrentamos novos desafios dentro da nossa pedreira: a pressão para produzir o suficiente a fim de alimentar os britadores. A tecnologia está nos encorajando a melhorar e eu acredito totalmente que isso permitirá que alcancemos eficiência máxima no futuro", acrescentou.

O projeto e a qualidade robusta do HP resultaram em menores custos de manutenção e menor tempo de parada. Esses fatores somados facilitaram uma alta produção. "Os HPs têm boa velocidade e lamelaridade, o que reduz tremendamente o tempo de parada e facilita a manutenção da máquina", observa Pulvinar.

Planos futuros usando as soluções sustentáveis da Metso

A Hardrock planeja usar equipamentos Metso para melhorar a qualidade da produção de seus produtos atuais. A demanda pela areia S1 (0 mm-6 mm) atualmente produzida está diminuindo devido à presença de superfinos no produto, que o cliente rejeita. Dessa forma, a Hardrock tem como objetivo a produção de areia S3 (1 mm-5 mm), que é muito procurada pelos clientes, pois está livre de partículas finas e poeira. Para obter essa maior qualidade, a Hardrock está considerando a tecnologia de Classificação a Ar da Metso para separar a poeiraos microfinos da areia. Ela também está considerando a peneira Hummer, projetada especialmente para remover partículas mais finas da areia fabricadamanufaturada.

A Hardrock compreende que, usando a classificação a ar e uma peneira Hummer, será possível converter a areia S1 em areia fabricada S3, que tem atualmente uma grande demanda nos mercados asiáticos. "A enorme pilha de areia S1 estocada pela Hardrock é um problema. Por um lado, não há mais demanda pela areia S1 e não há compradores para ela. Por outro, manter esse estoque está custando muito à empresa", diz Pulvinar. "A classificação da areia S1 usando a tecnologia especializada da Metso, como a Classificação a Ar, pode ajudar a converter o estoque não vendido e indesejável em um produto muito procurado no mercado para a Hardrock, permitindo a redução dos custos e obtenção de lucro", acrescentou.

"A qualidade e tecnologia que a Metso oferece aos seus clientes é incomparável na indústria, afirma Pulvinar.

O processo de produção em três estágios com os produtos da Metso em cada estágio significa claramente que a Metso faz uma enorme diferença para seus clientes, oferecendo soluções baseadas em conhecimento que melhoram o crescimento sustentável a longo prazo.

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